The Bucket List
Depois de uns tempos sem escrever, eis que o chefão me disse “Rapaz, eu não te pago para jogares World of Warcraft, por isso vê lá se escreves o teu post do mês!”. Acho que é de frizar que ninguém me paga… Enfim, depois do meu agoiro inicial, dedico-me agora a um filme que todos devem conhecer mais não seja por unir dois dos mais prestigiados actores de sempre do cinema mundial: Jack Nicholson e Morgan Freeman que contracenam no filme The Bucket List, ou, em português, Nunca é Tarde Demais. Deixo desde já o meu agrado pela tradução do título. Por vezes as traduções fazem tão pouco sentido como o filme em si, mas desta vez os tradutores até foram muito perspicazes

Quer Morgan Freeman, quer Jack Nicholson dispensam apresentações e a ideia de Rob Reiner (realizador) de juntar tais nomes é, antes de tudo, arriscada a meu ver. Porquê? Talvez por serem dois pesos-pesados de Hollywood e haver uma maior probabilidade de chocarem nas suas acções, mas notou-se que profissionalismo é algo que não falta a estes dois veteranos que se portaram muito bem. Um bravo a ambos: BRAVO!
Agora, aviso já sobre spoilers que o texto vai conter. O filme trata de dois doentes em fase terminal, um deles milionário, o outro nem tanto. Carter Chambers (Morgan Freeman) faz de mecânico que trabalhou a sua vida toda para poder dar aos seus filhos a melhor vida possivel enquanto Edward Cole (Jack Nicholson) é um milionário dono de hospitais, incluindo o qual onde ambos estão internados. O filme inicia com pequenos avanços entre ambos até que Carter decide fazer a sua Bucket List, uma lista de coisas a fazer antes de bater a bota (before we kick the bucket - segundo as palavras de Edward) e é aí que ambos decidem fazer as coisas mais incomuns para alguém tão idoso como paraquedismo, subir os Himalaias. Neste caso, Carter vive um pouco desgostoso com a sua vida familiar enquanto Edward é simplesmente… Digamos, um pouco fora do comum dos comuns dos mortais
A conclusão é simplesmente genial e eu não adivinharia que acabaria assim. Não vou dizer, não vou estragar o filme todo a quem ainda não viu, mas no final, podemos dizer que são riscadas da lista, coisas que as pessoas não imaginariam que seriam realizadas da maneira que foram como o facto de terem de beijar a rapariga mais bonita do mundo (salvo erro)
Devo salientar também um outro actor, Sean Hayes, que faz de Thomas, assistente de Edward. Não é de facto uma personagem muito interveniente no filme, mas as poucas vezes que aparece dá mais um pouco daquele humor simples mas que no filme fica tão bem que rimos para nós naquele riso baixinho de quem realmente está afectado pelo todo do filme
Vou terminar o meu post com uma pequena opinião pessoal: o filme está muito bom. O facto de juntar actores como Jack Nicholson e Morgan Freeman pareceu-me uma estratégia de marketing para o filme, mas a verdade é que não poderia ter ficado mais agradado. O guião é simples, mas eficaz tal como todo o filme que é de uma essência e simplicidade indescritivel
Mais uma vez, um bravo a dois excelentes actores, mas não só: BRAVO e BIS!
Até à próxima, meus caros dummies
This entry was posted on Abril 30, 2008 at 12:50 am and is filed under Cinema. You can subscribe via RSS 2.0 feed to this post's comments.
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